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Fé Resista à tentação da negatividade

Fé – Resista à tentação da negatividade

14º dia de jejum

Mateus 7:7-8 “Pedi, e dar-se-vos-á; f  buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; g  e, a quem bate, abrir-se-lhe-á”.

Existem muitas circunstâncias que tentam nossa fé, mas devemos resistir e vencer todas essas “coisas”. Deve-se orar até obter a paz e a certeza, para isso tem que haver um clamor.

 

É fácil ouvir e crer no momento e, até visualizamos, acreditamos e concebemos o sonho de DEUS, porém as dificuldades nos levam a frustração e ao desejo de querer abandonar tudo.
Porém creia que o que se espera se transforma em certeza, mas somente para quem vence com paciência e garra. Isso é um exercício diário, é como aprender a andar de bicicleta, no começo parece impossível, depois é difícil, mas quando se aprende percebe-se a necessidade de ir mais longe, e até dirigir novos veículos.

1.       É difícil crer!

Acontece com cada um de nós, é difícil crer, é difícil acreditar que uma pessoa possa ser curada de câncer ou de AIDS e é impossível crer que uma perna amputada possa voltar a existir, ou um morto possa ressuscitar. Crer é difícil, aceite esse fato.

Em muitas ocasiões confessamos crer, mas para nós é difícil crer.  Isso porque a fé não é algo manipulável. Não é uma sensação; a fé supera a sensação e as dificuldades.

 

Apesar do nosso esforço para manter a fé e viver por ela, o nosso censo crítico e o conhecimento do mundo nos leva a pensar e entender o contrário e isso nos frustra. As dificuldades e circunstâncias pressionam a nossa vida, por mais que nos apeguemos à palavra de DEUS e esperemos por um milagre.
Porém você precisa vencer as dificuldades e superar as circunstâncias, porque DEUS já nos deu a força para vencê-las. Por isso lembre-se, VOCÊ É UM VENCEDOR.
2.       Ore, clame e se não bastar grite.

Salmos 18:6 “Na minha angústia, invoquei (clamei ao) o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos. d

A bíblia nos ensina que devemos crer que recebemos tudo o que pedimos em oração; mas há ocasiões em que é difícil crer. É nesse momento que você deve orar até crer que recebeu o que pede em oração. Mas o grande problema é que às vezes parece que existe uma parede de gelo intransponível, e essa parede não cede com qualquer sopro, mas somente com o calor da oração.

O calor da oração é que descongela a parede de gelo, por isso muitas pessoas ficam frustradas por não alcançarem a paz, nem a certeza do que pedem. Mas quando o gelo é quebrado ou derretido pelo calor da oração, aí sim a certeza e a paz invadem a alma. Orar é como fazer uma fogueira num dia frio e chuvoso.

3.       Ore, com seu clamor acenda uma fogueira diante do SENHOR.

a.       Ele quer dar e fazer mais do que pedimos, ou pensamos.

Efésios 3:20 “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder t  que opera em nós”.

b.       Ele quer nos dizer coisas grandes que nunca foram vistas.

Jeremias 33:3 “Clame a mim, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, d  que não sabes”.

c.       Ele quer realizar os meus desejos.

Salmos 145:19 “Ele acode à vontade dos que o temem; atende-lhes o clamor e os salva”.

O pastor inglês C. Spurgeon disse: “a oração é como puxar a corda para baixo a fim de que o sino do céu soe nos ouvidos de DEUS”. Ou seja, existe um sino debaixo do ouvido de DEUS e, dependendo da força com que eu puxar essa corda o sino tocará baixo ou mais alto. Incomode DEUS com seu sino. (Mateus 7:7-8).

Algumas pessoas não gostam de orar em voz alta, isso incomoda, e é verdade. Mas algumas vezes você precisa vencer o incômodo e o medo de desagradar para alcançar a seu pedido. Depois de realizado o seu pedido volte e peça perdão ao incomodado.

Aplicação

1.       É difícil crer.

2.       Ore, clame e se não bastar grite.

3.       Ore, com seu clamor acenda uma fogueira diante do SENHOR.

4.       Quebre o gelo da incredulidade, com  oração.

5.       Toque o sino bem alto. É você quem precisa.

 

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Ronildo da Cruz Ribeiro

IDPB Monte Horebe
Manaus, 15 de setembro de 2012.
14º dia de jejum


f f 7.7 Dar-se-vos-á: Ou Deus vos dará. Ver 7.1, nota b. O verbo grego é passivo; o sujeito ativo (Deus) é esclarecido no v. 11 (vosso Pai).
g g 7.7-8 Cf. Dt 4.29; 2Cr 15.1-15; Jr 29.13.
d d 18.6 Sl 120.1; Jn 2.2.
t t 3.20 O seu poder: Cl 1.29.
d d 33.3 Coisas grandes e ocultas: Esta expressão é interpretada de diversas maneiras. Poderia tratar-se de algo inacessível e impenetrável, como uma fortaleza ou uma cidade fortificada, ou também de algo escondido; ou, ainda, como em Is 48.6, de algo que até o momento se havia mantido em segredo.
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Por que o fim da lei é CRISTO

Por que o fim da lei é CRISTO
Gálatas 2:19-20
15º dia de Jejum

19 Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, v  a fim de viver para Deus. x  Estou crucificado com Cristo; 20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. z  a[1]

1.       De que maneira nós fomos crucificados com Cristo?
a.       Do ponto de vista legal – DEUS nos olha como se tivéssemos morrido com Cristo.
b.       Os nossos pecados morreram com Ele, deixamos de ser condenados (Cl. 2:13-15).
13 E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, q  vos deu vida juntamente com ele, r  perdoando todos os nossos delitos; 14 tendo cancelado o escrito de dívida, s  que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; t15 e, despojando os principados e as potestades, u  publicamente os expôs v  ao desprezo, triunfando deles na cruz.[2]
c.       Em termos de relacionamento – nos tornamos um em Cristo, e sua experiências também são as nossas.
d.       Nossa vida cristã começou quando, morremos para a nossa vida antiga.(Rm 6:5-11).
5 Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, 6 sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, f  para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; g 7 porquanto quem morreu está justificado do pecado. h 8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, i 9 sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. 10 Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; j  l  mas, quanto a viver, vive para Deus. 11 Assim também vós considerai-vos m  mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. n[3]
2.       Em nossa vida cotidiana devemos regularmente crucificar a nossa carne:
a.       Nossas vontades e desejos pecaminosos que nos impedem de seguir a Jesus Cristo.
b.       Essa também é uma forma de morrer com ele. (Lucas 9:23-25).
23 Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. 24 Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. r 25 Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?[4]
3.       Não vivo mais eu, mas Cristo vivem em mim.
a.       O que quer dizer isso? Quer dizer que DEUS habita em minha vida.
b.       Que agora tenho a mente de Cristo, e não posso mais agir de forma emotiva, mas racional (Rm 12:2). Avaliando todos os lados, aprendendo, crescendo cada vez mais.
c.       Não sou mais dominado pela vontade da carne, muito em borá minha carne sinta vontade, não me permito mais ser dominado por ela.
d.       Não sou escravo do pecado.
e.       Não sou mais dominado pelo preconceito.
f.        Não sou dominado pela religião como seus dogmas e costumes humanos.
g.       Não sou dominado pelo que a sociedade me impõe.
5.       Cristo vive em mim! Por isso sou dominado pelo ESPÍRITO SANTO.
a.       O amor é o meu critério de avaliação. (1 Cor. 13:4-8)
b.       A paz é a minha bandeira.
c.       A fidelidade é o meu paradigma.
d.       A verdade norteia o meu caminho.
e.       A vida é a minha palavra de ordem.
f.        A fé o meu cotidiano – a minha forma de viver.
g.       … que mais diremos, Cristo vive em mim, Cristo vive em você!
6.       Vivemos pela fé …
a.       Não somos guiados pelo que nossos olhos vêem, mas pele visão que DEUS nos dá.
b.       Somos guiados pela vontade de DEUS. Por nosso propósito/desígnio. Perseguimos aquilo que DEUS escreveu para nós. Queremos viver todo projeto que ELE criou para nós.
Por que o fim da Lei é Cristo, pra justiça de todo o que crê. Na justiça que é pela fé no filho de DEUS.
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Estag. Ronildo da Cruz Ribeiro
IDPB Monte Horebe
Manaus, AM 15 de maio de 2012


v v 2.19 Mediante a própria lei, morri para a lei. Para se entender esta frase, deve-se levar em consideração o que Paulo diz em seguida: Estou crucificado com Cristo.O cristão morre com Cristo para o pecado e para a Lei, para viver uma nova vida (cf. Rm 6.3-11; 7.4-5). Pode-se dizer que essa morte foi por intermédio da Lei, enquanto Cristo foi condenado à morte em nome da Lei (cf. Jo 19.7; Gl 3.13).
x x 2.19 Rm 7.1-6,9-11.
z z 2.19-20 Gl 5.24; 6.14; cf. Rm 6.1-14; 8.10-11; Fp 1.21.
a 2.20 Gl 1.4; Ef 5.2; 1Tm 2.6; Tt 2.14.
[1]Sociedade Bíblica do Brasil. (1999; 2005). Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada (Gl 2:20). Sociedade Bíblica do Brasil.
q q 2.13 Pela incircuncisão da vossa carne: Isto é, por serem pagãos (não-judeus), separados do povo de Deus.
r r 2.13 Ef 2.1-5.
s s 2.14 Usa-se a imagem de um escrito de dívida ou de uma nota promissória que foi anulada (cf. Mt 6.12).
t t 2.14 Encravando-o na cruz: A imagem é pouco clara. De todo modo, faz alusão à morte de Cristo na cruz. Ef 2.15-16; 1Pe 2.24; cf. 2Co 5.21; Gl 3.13.
u u 2.15 Os principados e as potestades: Ver Cl 1.16, nota z.
v v 2.15 Publicamente os expôs: Aqui, temos a imagem do desfile triunfal de um exército (ver 2Co 2.14-17, n.).
[2]Sociedade Bíblica do Brasil. (1999; 2005). Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada (Cl 2:15). Sociedade Bíblica do Brasil.
j j 6.10 Uma vez para sempre: Cf. Hb 7.27; 9.26-28; 1Pe 3.18.
m m 6.11 Considerai-vos: O verbo grego é o mesmo que aparece no cap. 4 com o sentido de lançar na conta (ver Rm 4.3, n.). Não se trata de uma simples opinião e sim de que o crente reconheça que, pela sua união com Cristo, está realmente morto para o pecado, mas vivo para Deus (vs. 3-8).
n n 6.11 Paulo usa com freqüência a expressão em Cristo Jesus. Com ela se refere à obra de salvação que Deus realizou por meio de Cristo, especialmente na sua morte e ressurreição (ver Rm 3.24, nota u; cf. 1Co 1.30). Além disso, com esta expressão caracteriza toda a vida do crente, o qual, pela fé, se uniu à pessoa de Cristo, à sua morte e ressurreição e deve continuar vivendo unido a ele (cf. Rm 6.3-11; 1Co 1.9; Gl 3.27; Fp 1.1; Cl 1.4). Essa união com Cristo cria também a união entre os crentes (Rm 12.5; Gl 3.28). Desse modo, a vida eterna é uma vida em união com ele (Rm 6.23).
[3]Sociedade Bíblica do Brasil. (1999; 2005). Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada (Rm 6:11). Sociedade Bíblica do Brasil.
r r 9.23-24 Mt 10.38-39; Lc 14.27; 17.33; Jo 12.24-25. Tome a sua cruz: Sobre o sentido desta frase, ver Mt 10.38,n.
[4]Sociedade Bíblica do Brasil. (1999; 2005). Bíblia de Estudo Almeida Revista e Atualizada (Lc 9:25). Sociedade Bíblica do Brasil.