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Arquivo da categoria: PREGAÇÕES

Casa de DEUS

Casa de DEUS
9º dia de Jejum
 1 Coríntios 3:16-17
“16 Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? 17 Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado.[1]
O texto de 1 Coríntios 3 fala sobre construção e de como DEUS usa os homens para efetuá-las. Paulo usa este exemplo por causa do partidarismo que alguns homens começaram a fazer no meio da igreja, dizendo eu sou Paulo, outro eu sou de Apolo, outro sou de Pedro e outro sou de Jesus.
Mas a construção da qual Paulo fala, é a forma como os homens ensinam. Pois o alicerce, a base da fé é Jesus. Essa já foi lançada em nossos corações, agora a forma ou o que ensinamos, será provado pelo fogo. Tudo será queimado fazendo alusão às ofertas que eram queimadas no tempo da lei. Uma vez queimado, saberá o que vai restar.
1.      (vv.16) Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?
a.      Somo santuário – casa de DEUS;
b.      Deus não habita em casa construída por mãos humanas;
c.       O homem é uma casa construída por DEUS, e para DEUS;
d.      O homem espiritual foi gerado no próprio DEUS.
e.      Agora o Espírito Santo habita em nós. Deixamos de sermos pessoas comuns, com pensamentos comuns, para manifestarmos a mente de CRISTO.
2.      Quem poderá destruir o santuário do SENHOR?
a.      Será que satanás pode destruir o templo do SENHOR? Certamente que satanás irá usar seus agentes para intentarem contra a nossa vida em Cristo;
b.      Você e eu podemos destruir alguém com nossas palavras. Por isso devemos lembrar que temos a mente de CRISTO, e que somos nova criatura, por isso devo pesar e medir bem as minhas palavras.
c.       Todas as vezes que vou tratar alguma situação que me tira do sério, eu me lembro da oração do Pr. João Nunes. Ele orava assim: “SENHOR põe doçura em minhas palavras …” – Que esta seja a nossa oração todas as vezes que formos tratar de alguma situação que nos seja adversa.
d.      Quando alguém tem sempre uma palavra dura e não existe doçura ou alegria em suas palavras, podem-se observar algumas razões para isto:
                                                               i.      Abandonaram a palavra do Mestre.
                                                             ii.      Permitiram que a amargura se instalasse em suas almas…
                                                            iii.      Existe alguma idolatria, ou medo.
                                                           iv.      Alguma mentira tem tomado conta de sua mente.
3.      O que vai acontecer com quem destruir o santuário do SENHOR?
a.      DEUS o destruirá
b.      Por que será que ELE fará isso?
                                                               i.      Por que ele nos ama… Ele nos protege como a menina de seus olhos… tem ciúmes de nós.
                                                             ii.      Por que ele pagou um alto preço de redenção
                                                            iii.      Por que ele odeia o pecado
                                                           iv.      Por que toda rebelião, pecado, tem castigo
Agora diante de tudo isso que temos visto a respeito de nós, como devemos nos comportar? Somos santuário do DEUS altíssimo, raça eleita, filhos, herdeiros, príncipes, sacerdotes reais, propriedade exclusiva do SENHOR, menina dos seus olhos …
Irmãos como temos construídos na vida das pessoas? O que temos ensinado? Qual é a nossa mensagem? Como temos pregado a palavra do Mestre? Será que a nossa mensagem vem acompanhada de uma vida de verdades?
Como ando o nosso testemunho? Alguns irmãos julgam não ser necessários ter um bom testemunho, porém isso pode destruir a fé de uma pessoa mais fraca. E DEUS tem ciúme de seus filhos.
Pense um pouco! Construa na vida das pessoas com ouro, e não com feno. Você vale o quanto tem, e você tem peso de ouro, então construa com ouro. Ensine a verdade! Construa para O Rei.
——————————————————
Estag. Ronildo da Cruz Ribeiro
Manaus, AM 09 de maio de 2012
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[1]Sociedade Bíblica do Brasil. (2003; 2005). Almeida Revista e Atualizada, com números de Strong (1Co 3:17). Sociedade Bíblica do Brasil.
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Comentário sobre a Epístola de Paulo a Filemom

A EPÍSTOLA DE PAULO A FILEMOM

Mesmo nas melhores galerias de arte existe sempre um espaço para miniaturas selecionadas. Esta nota pessoal de Paulo a Filemom é uma dessas graciosas obras-primas de “delicadeza, tato refinado e até mesmo perspicácia espirituosa”, e apesar de possuir um valor espiritual assim distinto, só podemos lamentar que alguns tenham relutado em conceder-lhe o pequeno nicho que adorna. Nas palavras de G. G. Findlay: “Em cada linha e sílaba, esta nota expõe a personalidade de Paulo. Nada mais sincero jamais foi escrito”.
Parece até indigno de menção que, a partir do quarto século, quando ela foi questionada como supostamente inferior à dignidade da autoria apostólica, houve alguns que passaram a ter dúvidas sobre a mesma. Não precisamos nos demorar nesse aspecto. O comentário recente do erudito Deão Alford bastará: “A carta foi preservada na família para a qual foi dirigida e lida primeiro, sem dúvida, como uma mensagem apostólica de amor e bênção, na igreja que se reunia na casa de Filemom. A seguir, suas cópias multiplicaram-se e ela se espalhou de Colossos para a igreja universal. Ela foi citada já no segundo século e permaneceu sempre como uma porção indiscutível dos escritos de Paulo, exceto com relação a alguns que suspeitam de tudo.”
Podemos muito bem agradecer a sua preservação até nossos dias.

Pontos de Interesse

Embora muito curta, esta nota a Filemom tem pontos de interesse peculiares. Ao refletirmos sobre o assunto, vemos que Paulo deve ter escrito inúmeras cartas curtas, além de suas “epístolas”. Esta é a única carta pessoal que sobreviveu até nossos dias. Não existe qualquer tentativa de mostrar linguagem eloqüente na mesma, mas trata-se de um modelo perfeito de “tato, delicadeza e bons sentimentos” em relação a uma difícil situação entre senhor e escravo. Ela é uma pequena janela reveladora que dá um vislumbre dos contatos mais íntimos e da disposição do apóstolo, fornecendo uma ilustração prática única do princípio cristão aplicado ao relacionamento social. Ela diz pelo exemplo o que Gálatas e Colossenses afirmam em preceito, quanto à “inutilidade da posição mundana” na igreja, isto é, “Não há escravo nem livre em Cristo Jesus”. Basta conhecer a situação miserável e desesperadora dos escravos sob a lei romana, para compreender a que ponto Paulo chega, ao pedir ao Senhor de escravos que receba de volta o ladrão fugitivo como “irmão caríssimo” (v.16).

As Pessoas Envolvidas

A carta a Filemom refere-se a um certo Onésimo. Quem era Filemom? E quem era Onésimo?
Paulo dirige-se ao primeiro como “ao amado Filemom, também nosso colaborador”. Isto parece indicar de imediato não apenas um contato anterior, como também uma amizade já existente; sendo isto confirmado pelos vv. 19 a 21, implicando em que ele era um dos convertidos de Paulo. Uma comparação da carta com Colossenses 4.9 mostra que Filemom vivia em Colossos, para onde Onésimo estava agora voltando. Filemom era homem livre; senhor de escravos, provavelmente da classe mais alta na sociedade; e um líder cristão local, pois Paulo fala da “igreja em sua casa” (v.2). A “irmã Áfia” e “Arquipo, nosso companheiro de lutas” (v.2) parecem ter sido respectivamente sua esposa e filho. Durante a visita de Paulo a Colossos, Filemom provavelmente fora influenciado por ele em Éfeso (cerca de 190 km a oeste) durante os três anos memoráveis de Paulo ali; pois havia muito intercâmbio entre Éfeso, a capital, e cidades como Colossos. Arquipo, filho de Filemom, parece ter sido pastor em Colossos ou Laodicéia (Cl 4.17).
Quanto a Onésimo, ele era um dos escravos de Filemom, como a carta em breve esclarece. Quando a Epístola aos Colossenses foi enviada de Roma, através de Tíquico, Onésimo o acompanhou (Cl 4.7-9). Os dois levaram também esta nota a Filemom.

Antecedentes Históricos

Onésimo, provavelmente um escravo doméstico de Filemom, fugira, e o v.18 parece indicar que furtara dinheiro de seu senhor para efetuar a fuga. Ele saíra da “Ásia”, em direção ao Ocidente, atravessando o mar Egeu e Adriático, e chegando a Roma, esse refúgio populoso procurado por muitos outros fugitivos. Jamais pensou que pudesse voltar a Colossos; mas em Roma ficou sob a influência de Paulo, convertendo-se sinceramente e voltou mais tarde a Colossos completamente transformado. Como Paulo achava-se então prisioneiro em Roma, parece ainda mais notável que os dois se encontrassem. Mas nessa mesma ocasião, Epafras tinha viajado de Colossos para visitar Paulo; e talvez seja tanto uma coincidência como uma providência dominante que ele tivesse visto e reconhecido Onésimo em Roma.
Onésimo cresceu rapidamente “na graça” e foi útil a Paulo (vv. 11, 12), ajudando tanto o apóstolo que ele o teria mantido a seu lado em Roma (v. 13). Mas, não podia fazer isso, Onésimo era propriedade de Filemom e o apóstolo enviou-o de volta com Tíquico, levando a Epístola aos Colossenses e a nota particular a Filemom.

A Carta

O que Paulo poderia dizer a um senhor tão ultrajado? Castigos terríveis eram impostos pelas leis romanas para tais ofensas, chegando até à pena de morte. O Bispo Lightfoot comenta: “O escravo ficava absolutamente à disposição do senhor: pela menor ofensa ele podia ser açoitado, mutilado, crucificado, atirado às feras”. Mas Filemom era um irmão em Cristo, cujo fato abrandava bastante a situação, dando a Paulo uma base para o seu apelo. A pequena carta foi assim composta e enviada em sua delicada missão.
Que pequena obra-prima de diplomacia esta carta constitui! Leia o seguinte elogio do Dicionário Bíblico de Smith:

“A epístola a Filemom… foi merecidamente admirada como um modelo de delicadeza e habilidade no departamento de composição a que pertence. O escritor teve dificuldades peculiares a superar. Ele era amigo de ambas as partes. Deveria aplacar o homem que supunha ter boas razões para sentir-se ofendido. Era preciso elogiar o ofensor, sem negar ou agravar a falta cometida. Tinha necessidade de confirmar as novas idéias da igualdade cristã em face de um sistema que dificilmente reconhecia a natureza humana do escravo. Ser-lhe-ia possível colocar a questão com base em seus direitos pessoais; todavia, era preciso desistir deles, a fim de assegurar um ato de bondade espontânea. Os seus esforços deveriam resultar num triunfo do amor, sem fazer qualquer exigência apoiado na justiça, embora esta pudesse ter reivindicado tudo. Seu pedido fica, pois, limitado ao perdão da falta alegada e à restauração do escravo às boas graças do amo, recebendo dele simpatia e afeto no futuro. Mas o apóstolo cuidou para que suas palavras abrissem espaço para toda a generosidade que a benevolência pudesse conferir a alguém, cuja condição desse ensejo a tamanho ato de amor. Estas são contradições difíceis de harmonizar; Paulo, no entanto, segundo se admite, mostrou um elevado nível de autonegação e tato ao tratar com as mesmas, mostrando seu talento para enfrentar a situação”.
Ao sentar-se para escrever a Filemom, ele mal poderia imaginar que sua pequena nota ficaria sujeita a séculos de análises expositivas e homiléticas! Porém, esta é a penalidade imposta a quem escreve algo que tem vida! Quem se incomoda com uma “carta morta”? Todavia, qualquer coisa, além de uma simples análise desta nota a Filemom, prejudica o seu propósito. Seria como dissecar as batidas do coração! Tudo o que precisamos ver é que os vv. 1-7 referem-se a Filemom; os vv. 8-17 a Onésimo; e os vv. 18-22 são sobre Paulo. No primeiro grupo de versículos, a abordagem diplomática e afetuosa do apóstolo, em sua intercessão por Onésimo, consiste de louvor sincero a Filemom. No segundo grupo de versículos, ele apresenta habilmente sua súplica a favor do ladrão fugitivo, mas agora convertido, Onésimo. No terceiro grupo, Paulo assume o compromisso solene de pagar o que quer que Onésimo tenha roubado. Assim sendo:

  • Saudação (vv. 1-3).
  • LOUVOR DE PAULO A FILEMOM (vv. 4-7).
  • SÚPLICA DE PAULO POR ONÉSIMO (vv. 8-17).
  • COMPROMISSO E CONFIRMAÇÃO DE PAULO (vv. 18-22).
  • Saudações: Bênção (vv. 23-25).

Como já dissemos, Paulo faz um jogo de palavras com o nome “Onésimo”, que significa útil. Veja o v. 11: “Onésimo…Ele, antes te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim”.
Há um toque belíssimo no v. 19, onde Paulo, ao assumir um compromisso com Filemom, acrescenta: “Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei”. Não parece haver um humor ingênuo no tom solene e deliberado?
Se permitirmos, esta breve carta pode pregar verdades poderosas para nós. Eis a primeira: Os males sociais são mais depressa modificados por vidas transformadas. Como este assunto, Filemom-Onésimo, era simples em comparação com os problemas patrão-empregado da indústria moderna! Todavia, eis aqui o segredo desvendado que pode resolver toda disputa social e industrial, para o bem-estar dos homens e honra de Deus, i.e., a aplicação de princípios cristãos por indivíduos cristãos.
A verdadeira conversão a Cristo sempre fará o homem colocar o princípio adiante da simples conveniência. Para alguns, teria sido uma questão de Onésimo ter realmente necessidade de voltar. A sua conversão mais do que compensou o roubo e a fuga. Filemom, com certeza veria isso e perdoaria o comportamento que Onésimo tinha “antes da conversão”. Mas, foi assim que Paulo raciocinou? Será que ele disse: “A melhor coisa agora é não dizer nada a respeito?” Foi assim que o próprio Onésimo viu a situação? Não. Onésimo, da mesma forma que Paulo, sabia o que era certo e qual a atitude cristã, e decidiu tomá-la custasse o que custasse, por causa do Salvador.
Veja também nesta carta o valor de um escravo ladrão e fugitivo! Houve um predomínio providencial na vida de Onésimo, como aconteceu no Livro de Ester. Deus estava vigiando, amando e orientando. Veja a dignidade que o cristianismo confere ao escravo, fazendo dele um “irmão” e dando-lhe o mesmo nível espiritual em Cristo! Precisamos admirar-nos de que tal ensino finalmente viesse a abolir a escravatura, emancipasse a mulher e reinvidicasse a justiça social para todos os homens como iguais?
Mais uma vez, não podemos deixar de ver uma espécie de analogia entre esta carta a Filemom e o caminho da salvação do evangelho. Sob a lei romana, o escravo não tinha direito de asilo. Se ele fugisse e fosse apanhado, o seu dono tinha o direito de desfigurá-lo, aleijá-lo ou até matá-lo. Mas era concedido pelo menos um direito ao escravo, a saber, apelar para o amigo do seu senhor, fugindo para procurá-lo a fim de que o defendesse e não para que o escondesse. O dono continuava senhor absoluto, mas o amigo a quem o escravo apelasse podia apresentar-lhe seu pedido de perdão e ele ouviria por causa do amigo também livre, mesmo que não fosse por causa do infeliz escravo. Isto seria ainda mais provável se o amigo fosse um sócio do senhor de escravos. Além disso, o escravo que fugisse para um tal intercessor não incorria na culpa e castigo de uma escapada comum. Ele também tinha possibilidade de ser libertado, como certos escravos fiéis algumas vezes o eram, através da adoção pela famí1ia do senhor.
Com essas idéias em mente e a carta a Filemom aberta à sua frente, veja o paralelo com o caminho da salvação do evangelho. Como seres humanos, você e eu somos propriedade de Deus; mas como pecadores, nós O roubamos e somos fugitivos. Nossa culpa é grande e nosso castigo pesado. A Lei nos condena. A consciência nos persegue. Mas se a Lei nos condena, a graça nos concede o direito de apelar. Da mesma forma que Onésimo encontrou refúgio em Paulo, nós encontramos refúgio em Jesus. Além de ser o Amigo do pecador, ele é igualmente Amigo e Sócio dAquele de quem somos propriedade. Em Jesus encontramos tanto um interventor (intercessor) como um genitor (pai que gera), do mesmo modo que Onésimo encontrou em Paulo alguém que não só intercedeu por ele junto a Filemom, como também o levou ao segredo de uma nova vida (v. 10). Assim também, como Paulo aceitou a dívida de Onésimo, dizendo a Filemom: “Lança tudo em minha conta”, o Senhor Jesus aceitou sobre si graciosamente toda a nossa dívida e demérito, cancelando-os de uma vez para sempre. E agora, no momento em que Onésimo reconciliou-se sinceramente com Filemom e voluntariamente voltou a seu dono, nós também nos tornamos “reconciliados com Deus” e de nossa livre vontade voltamos a Ele, não mais rebeldes, ou mesmo escravos servis, mas para sermos alegremente “recebidos” por Ele “para sempre” (v. 15).

BIBLIOGRAFIA

Compilado de:

 BAXTER, J. Sidlow., “Examinai as Escrituras – Atos a Apocalipse”, São Paulo – SP. Editora Vida Nova – 1989.
 PEARLMAN, Myer, “Conhecendo as doutrinas da Bíblia”, São Paulo – SP. Editora Vida, 1986.
 RICHARDS, Laurence O., “Guia do Leitor da Bíblia”, Rio de Janeiro – RJ. 2ª Edição. CPAD – 2005.

 
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Publicado por em 27 de julho de 2011 em PREGAÇÕES, Sem categoria

 

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Que tipo de palavra me alimenta?

Que tipo de palavra me alimenta?

 

Mateus 4

“3 Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. 4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.”

 

É muito comum hoje em dia desistirmos de muitas coisas que são essenciais para nós e para muitas pessoas. Só por que contraria nossas idéias, nossas expectativas e nosso ponto de vista, que, aliás, na maioria das vezes não tem embasamento algum.

 

Fazemos isso por que nos alimentamos das coisas erradas e não do pão do céu que é a palavra de DEUS. A palavra de DEUS expressa à vontade de DEUS, e quando desconhecemos essa vontade, sofremos!

 

1.  Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus (vs4).

 

Acredito que quando o diabo fez a tentação, ele sabia quem era JESUS, e qual seria sua missão. Por isso ele se aproximou de JESUS na hora de maior fraqueza. Após o jejum de quarentas dias JESUS devia estar se sentindo o mais espiritual dos homens. E é nesse momento de sentimento que provem da fragilidade do homem, que o diabo ataca. Testando sua verdadeira espiritualidade, de onde ela vem. Da vontade humana de se sentir forte e mais próximo de DEUS, de agradar alguém, ou da motivação espiritual real que provem da vontade de DEUS.

 

É muito comum, quando jejuamos nos sentirmos assim, super homens, ou super mulheres, imbatíveis, inatingíveis, espirituais e intocáveis. E é exatamente nesse momento que o diabo (tentador) aparece, para testar a nossa fé e a nossa motivação. Lembre-se que o maior aliado do diabo é a carne. Por isso Jesus disse que a carne é fraca e o espírito é forte, logo o espírito sempre vai vencer a carne! Mas geralmente quem vence é a carne com seus prazeres passageiros e mortais.

 

Com Jesus, a motivação era exatamente do espírito, Mateus 4.1 diz que ELE foi levado ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado, testado, para daí começar o seu ministério com a motivação correta – O Amor, com os meios corretos – as pessoas, e com o método certo – dependente da palavra de DEUS.

 

a.   Satanás sabia quem era JESUS?

Claro que sim! Ele foi criado por ele no céu, quantas vezes ele teve que se prostrar diante DELE. Porem agora, ele estava na forma humana, e satanás queria que ele usasse seus poderes divinais para mudar o propósito de JESUS, mudando assim o cumprimento da palavra de DEUS, que falava de Jesus, de como ele seria, o que ele faria e de como morreria.

 

1.   Satanás sabia que como filho de DEUS, ele poderia ordenar que a pedra se transformasse em pão e isso aconteceria. O poder da vida e da morte está na língua. Porém o que Jesus queria não era fazer a sua vontade, nem a vontade do diabo e sim a vontade de DEUS. Por isso ele respondeu usando a palavra de DEUS.

2.   Somente a palavra de DEUS é o verdadeiro alimento não o que o diabo diz. Muitas pessoas se alimentam da palavra do diabo e não da palavra de DEUS.

 

b.  Jesus sabia quem Ele era!

Jesus não buscou o conhecimento de quem ele era da forma errada, através da filosofia, ele buscou na fonte, a palavra de DEUS. Por muitas vezes ele afirmou que as escrituras falavam dele.

1.   Ele usou a palavra de DEUS, para responder a Satanás.

2.   Ele colocou a vontade DEUS na vida dele, antes de atender os seus desejos.

3.   Ele buscou agradar a DEUS, e não fazer sinais maravilhosos para agradar as pessoas e ao diabo.

 

2.  Qual palavra sai da boca de DEUS a seu respeito? Você sabe?

 

Será que após jejuar quarenta dias e quarenta noites se você estiver vivo e satanás aparecer pra você e dizer assim: tenho um canal de televisão pra você, uma hylux, um iate e mais um milhão de reais todos os meses durante toda sua vida, será que você não seria tentado a achar que isso era o propósito de DEUS pra sua vida e resposta de suas orações?

 

O nosso grande problema é que só queremos ouvir palavras boas, não palavras que precisamos, mas palavras que nos eleve, que nos motive, palavras de efeito psicológico imediato, mas que amanhã ou depois precise repetir a dose mas que nunca produz uma mudança eficaz por que não veio da boca de DEUS.

 

a.   Palavras de Jesus a nosso respeito.

1.   E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus – Romanos 12:2

 

2.   Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo – João 16.33.

 

3.   E não somente isso, mas também gloriemo-nos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a perseverança, 4 e a perseverança a experiência, e a experiência a esperança; 5 e a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado – Romanos 5:3-5.

 

4.   E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito – Romanos 8:28.

 

5.   Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. 37 Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou – Romanos 8:36-37.

 

6.   Filhinhos, vós sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo – I João 4:4.

 

7.   Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz – I Pedro 2:9.

 

8.   Ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos – Mateus 28:20b

 

Observe que tem muitas palavras de bênçãos e vitórias, mas sempre antes das vitórias, vem as lutas. Isso acontece para que possamos ser moldados a vontade de DEUS. Sem lutas, sem vitórias, sem razão pra viver, sem desafios a serem conquistados e naturalmente sem fé. E sem fé é impossível agradar a DEUS.

 

 

 

Ronildo da Cruz Ribeiro

IDPB-Monte Horebe

Manaus 13 de fevereiro de 2010.

 
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Publicado por em 27 de agosto de 2010 em PREGAÇÕES

 

Perfil de líder espiritual

Perfil de líder espiritual

 

A.   O perfil do líder segundo Moisés.

 

Êxodo 18:13-23

21 Além disto procurarás dentre todo o povo homens de capacidade, tementes a Deus, homens verazes, que aborreçam a avareza, e os porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinqüenta e chefes de dez;

1.   Pessoas capazes – não podiam ter deficiência.

2.   Tementes a Deus – pessoas que criam e respeitavam as leis do SENHOR.

3.   Homens verazes – de verdade, pessoas que sabem o que são.

4.   Não avarentos – pessoas que não tenham amor ou apego ao dinheiro e a bens materiais.

 

B.   O perfil do obreiro segundo Paulo.

 

1.   Para Timóteo em

II Tm 2:15 Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. 16 Mas evita as conversas vãs e profanas; porque os que delas usam passarão a impiedade ainda maior, 17 e as suas palavras alastrarão como gangrena; entre os quais estão Himeneu e Fileto,

 

1.   Procura apresentar-te. – É alguém que tem certo cuidado com a sua imagem. Aquilo que ela fala, veste e o seu comportamento tem muito valor, por isso o cuidado.

2.   Obreiro aprovado. – Para alguém ser aprovado, primeiro tem que ser provado. A principal prova é o fruto.

3.   Não tem do que se envergonhar. – Existe algo que lhe envergonha? A sua família sabe toda sua história? Caso algo venha à tona como você vai ficar? Imagino que bem mal.

4.   Que maneje bem a palavra. – Como anda sua leitura devocional? Você, eu, estamos aptos a ensinar a qualquer momento a palavra do Senhor?

 

C.   Duas palavras: uma para o pastor, e outra para sua liderança, o diaconato.

 

1.   Para o pastor – bispo

I TIMÓTEO 3: 1 Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. 2 É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; 3 não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso; 4 que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito 5 (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); 6 não neófito, para que não se ensoberbeça e venha a cair na condenação do Diabo. 7 Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo.

 

Para os Bispos

1.        Irrepreensível;

2.        Marido de uma só mulher;

3.        Temperante – domínio próprio;

4.        Sóbrio;

5.        Hospitaleiro;

6.        Apto para ensinar;

7.        Não dado ao vinho;

8.        Não espancador;

9.        Moderado;

10.    Inimigo de contendas;

11.    Não ganancioso;

12.    Governe bem a sua casa;

13.    Não neófito – novo convertido;

14.    Tenha bom testemunho dos de fora;

 

Para que não caia envergonhado e no laço do diabo.

 

 

2.   Para liderança da igreja

8 Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância, 9 guardando o mistério da fé numa consciência pura. 10 E também estes sejam primeiro provados, depois exercitem o diaconato, se forem irrepreensíveis. 11 Da mesma sorte as mulheres sejam sérias, não maldizentes, temperantes, e fiéis em tudo. 12 Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas. 13 Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si um lugar honroso e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.

 

Os diáconos – Líderes

1)      Sejam sérios

2)      Não de língua dobre

3)      Não dado a muito vinho

4)      Não cobiçosos de torpe ganância

5)      Guarde o mistério da fé em Consciência pura

6)      Que sejam provados

7)      Irrepreensíveis

8)      Mulheres sérias

9)      Não maldizentes

10)  Temperantes

11)  Fiéis em tudo

12)  Maridos ou esposa de uma só pessoa

13)  Governe bem seus filhos e suas casas

 

O resultado de tudo isso é um lugar de honra.

 

 

D.   Paulo também fala para Tito sobre como devem ser os líderes

 

TITO 1:5 Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem o que ainda não o está, e que em cada cidade estabelecesses anciãos, como já te mandei; 6 alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, tendo filhos crentes que não sejam acusados de dissolução, nem sejam desobedientes. 7 Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; 8 mas hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, temperante; 9 retendo firme a palavra fiel, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para exortar na sã doutrina como para convencer os contradizentes. 10 Porque há muitos insubordinados, faladores vãos, e enganadores, especialmente os da circuncisão, 11 aos quais é preciso tapar a boca; porque transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.

 

Nestes quatros textos temos um perfil exato do tipo de liderança que DEUS tem escolhido para seu povo.

 

Podemos perceber que são homens sujeitos a erros, mas, que guardam os mistérios da fé. São homens controlados pelo Espírito Santo de DEUS, e apresentam o fruto do Espírito como em

Gálatas 5:22 Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. 23 a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei. 24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.

 

Um único fruto com nove sementes:

1.   Amor

2.   Gozo

3.   Paz

4.   Longanimidade – Paciência.

5.   Benignidade

6.   Bondade

7.   Fidelidade

8.   Mansidão

9.   Domínio próprio

 

O quanto nós nos enquadramos nestes versículos?

 

O quanto nós nos enquadramos nestes padrões bíblicos de liderança?

 

 

 

 

Manaus 10 de janeiro de 2010.

IDPB Monte Horebe

Ronildo da Cruz Ribeiro

Estagiário

 

 
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Publicado por em 27 de agosto de 2010 em PREGAÇÕES

 

A COMUNHÃO

A Comunhão

 

Qual o segredo do crescimento da igreja no seu primeiro século de vida? Esta é uma pergunta que me faz refletir profundamente, e creio que não somente eu mais qualquer pastor que tenha um interesse genuíno de multiplicação com excelência.

 

Em Atos 2:42, lemos algo muito interessante: “… e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações…”

 

Parece algo muito simples e é! Porém de uma relevância e profundidade tremenda, parece estar aqui, a tábua de roseta para todo pequeno ministério que trabalha com pequenos grupos, como é o nosso caso.

 

Este texto fala de cinco coisas essenciais para o pequeno grupo: Perseverança, doutrina dos apóstolos, comunhão, parti do pão e orações.

 

Perseverança: Perseverar é manter-se numa posição. Eles perseveravam, estava sempre esperando a mesma coisa juntos, eles não desistiam com facilidade, eles não fugiam ante a perseguição, o seu caráter estava bem fundamentado quanto o que eles eram.

 

Quantas pessoas, crentes, que se acham salvos, rapidamente desistem da fé, por causa de pequenas coisas que lhes acontecem, ou até mesmo porque suas orações não foram rapidamente atendidas. Ou porque alguém olhou torto ou destratou, ou simplesmente porque acordou se sentindo frio.

 

Em Hebreus 10:38. Mas o meu justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele”. Isso quer dizer que se ele não perseverar, o SENHOR não terá prazer nele. Será que nos dias de hoje temos a capacidade de perseverar?

 

Doutrina dos apóstolos: Isso fala do que temos ensinado na igreja, célula, e pequenos grupos! Que tipo de doutrina nós temos ensinado? A doutrina dos apóstolos não era da prosperidade, muito embora eles tivessem se tornados prósperos. Nem tão pouco da cura, e isso também acontecia com tanta freqüência que era normal. Muito menos do radicalismo, e isso tinha que ser banido do meio deles, por causa dos fariseus. Quem sabe das boas obras? Não, isso era o exercício da grande fé que eles tinham ao ponto de se despojarem de tudo quanto tinham e doarem aos apóstolos e a causa que eles ensinavam.

 

A doutrina era muito simples: É chegado o Reino dos Céus! Ensinavam que Jesus era o messias, que ele ressuscitara e que subiu aos céus. Mas que um dia ia voltar pra buscar sua igreja e que as pessoas que o seguisse deveriam esperar a sua volta, para ir morar com Ele.

 

A coisa toda é muito simples não tinha muitos detalhes. Porém a forma como eles vivam refletia o caráter de sua mensagem. Daí os milagres, as curas, as ressurreições, o povo todo alimentado e próspero, e cada dia mais pessoas entravam neste caminho.

 

Comunhão: Este é o elemento essencial para dar a estabilidade no corpo de cristo. É somente através da comunhão que as coisas realmente acontecem, porque a comunhão é a forma de expressarmos o nosso amor ao SENHOR. É somente quando amamos nosso irmão, quando nos importamos, e o respeitamos é que demonstramos nosso amor pelo SENHOR.

 

O Pr. Aluízio faz o seguinte comentário sobre a comunhão:

 

1.   A comunhão retira as impurezas;

Qualquer vento de doutrina estranha é identificada e rapidamente retirada, qualquer germe do pecado é rapidamente expelido pelo grupo.

 

2.   A comunhão mata os germes;

Quando existe comunhão, qualquer corpo estranho é rapidamente identificado e retirado do meio do grupo.

 

3.   A comunhão alimenta as células;

Não existe fome quando se tem comunhão, todos repetem a palavra que as alimenta, todos se alimentam dos testemunhos uns dos outros, todos têm tudo em comum.

 

4.   A comunhão traz energia;

Quando alguém ora sozinho é uma coisa, porém quando esta oração se faz em grupo aí o poder se manifesta de forma sobrenatural.

 

5.   A comunhão mantém a temperatura.

Quando estamos juntos a frieza espiritual não nos alcança, ela até passa por nós, mas não nos atinge.

 

Partir do pão: Aqui não fala somente que eles comiam juntos, mas que eles ajudavam também com seus recursos, pessoas que não faziam parte de seu grupo religioso. Eles assistiam as viúvas dos gregos bem como as dos judeus. E isso trazia grande alegria para o povo em geral que sabia onde poderia achar a ajuda necessária para suprimento de suas necessidades. A igreja hoje é um local onde as pessoas podem achar o suprimento necessário para suas necessidades não somente espiritual, mas de alimento, quando todo o resto faltar?

 

A bíblia nos manda que tragamos os dízimos e as ofertas a casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa, depois fazei prova de mim, diz o SENHOR. Mas, será que os sacerdotes de hoje distribuem aquilo que eles arrecadam de forma justa e ordeira. Ou será que o nosso sistema religioso não mais dá o espaço necessário para este tipo de assistência.

 

Quantas pessoas deixam de ser abençoadas porque não dão seus dízimos e ofertas na igreja, para que outras pessoas da comunidade que não fazem parte da igreja local possam ser assistidas. DEUS não pode abençoar alguém que doa para um sistema que trabalha para gerir o sistema. Como se fosse um círculo. DEUS abençoa quando doamos para a igreja do SENHOR, e essa oferta alcança o necessitado. Porque somente assim a glória de JESUS pode brilhar neste mundo de trevas e nossa fé ser edificada.

 

Nas orações: Jesus falou que devíamos vigiar e orar. Mas não somente falou como viveu isso, de forma que depois de todos os ensinos e milagres que operara, subia ao monte para orar. Pela madrugada antes de ensinar e obrar seus milagres também orava no monte!

 

Porque orar é tão essencial? Porque nos aproxima de DEUS, cria intimidade, cria vínculos de amor, gera poder, gera fé, gera a energia que alimenta toda estrutura da igreja e das células.

 

A oração é a força motriz que dá o impulso para realização de todo trabalho espiritual na igreja e nas células. Sem oração é impossível vencer todas as dificuldades da vida. É por isso que as dificuldades nos levam a orar.

 

Nenhuma oração, nenhum poder. Pouca oração, pouco poder. Muita oração, muito poder. Então somos nós quem definimos o nível de poder que podemos deter em nossas mãos.

 

 

 

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Ronildo da Cruz Ribeiro

Rio Madeira, descendo de Novo Aripuanã, em frente a Nova Olinda do Norte

9 de agosto de 2010, as 15h 30m

Dentro do Barco: Iate Cardoso

 

Ps. O título de pastor hoje ganhou um grande significado para mim, pude ver o quanto é importante ter alguém em quem se possa confiar. Alguém que seja idôneo, justo, sincero e que transmita paz e amor para pessoas que já perderam a fé e as únicas coisas que conhecem são a mentira, o engano e o tirar proveito. Oro para que o SENHOR me preserve em seu caminho, na sua verdade e na sua vida. A mim, minha família e meus irmãos.

 
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Publicado por em 27 de agosto de 2010 em PREGAÇÕES

 

Para que ser um líder?

Para que ser um líder?

 

Êxodo 18:13-23

13 No dia seguinte assentou-se Moisés para julgar o povo; e o povo estava em pé junto de Moisés desde a manhã até a tarde.

14 Vendo, pois, o sogro de Moisés tudo o que ele fazia ao povo, perguntou: Que é isto que tu fazes ao povo? por que te assentas só, permanecendo todo o povo junto de ti desde a manhã até a tarde?

15 Respondeu Moisés a seu sogro: É por que o povo vem a mim para consultar a Deus.

16 Quando eles têm alguma questão, vêm a mim; e eu julgo entre um e outro e lhes declaro os estatutos de Deus e as suas leis.

17 O sogro de Moisés, porém, lhe replicou: Não é bom o que fazes.

18 certamente desfalecerás, assim tu, como este povo que está contigo; porque isto te é pesado demais; tu só não o podes fazer.

19 Ouve agora a minha voz; eu te aconselharei, e seja Deus contigo: sê tu pelo povo diante de Deus, e leva tu as causas a Deus;

20 ensinar-lhes-ás os estatutos e as leis, e lhes mostrarás o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer.

21 Além disto procurarás dentre todo o povo homens de capacidade, tementes a Deus, homens verazes, que aborreçam a avareza, e os porás sobre eles por chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinqüenta e chefes de dez;

22 e julguem eles o povo em todo o tempo. Que a ti tragam toda causa grave, mas toda causa pequena eles mesmos a julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo.

23 Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo irá em paz para o seu lugar.

24 E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto este lhe dissera;

 

A.  Quantas lições podemos aprender neste pequeno texto? Nestes dez versículos.

 

1.   Tu e este teu povo desfalecerá – quando trabalhamos sozinho, todos sofrem. Quando trabalhamos sozinhos, não conseguimos fazer a vontade de DEUS, porque não conseguimos ter tempo para ouvi-lo. Quando trabalhamos sozinhos, desobedecemos a vontade de DEUS – “não é bom que o homem esteja só”.

 

Quando trabalhamos sozinhos, tiramos das pessoas o prazer de realizar seu ministério. Tiramos a oportunidade de deixar que as pessoas tenham experiências com DEUS. E fatalmente elas morrem.

 

2.   Qual o trabalho (ministério) de um sacerdote?

1.   Representar o povo diante de DEUS.

2.   Levar as causas do povo a DEUS.

3.   Ensinar os estatuto e leis.

4.   Ensinar o caminho em que devem andar e as obras que devem fazer para o SENHOR.

5.   Procurar entre o povo, homens capazes.

 

3.   Como devem ser as pessoas que estarão ajudando no trabalho do SENHOR?

1.   Homens (mulheres) capazes.

2.   Tementes a DEUS.

3.   Homens de verdade, mulheres de verdade.

4.   Homens que aborreçam a avareza.

 

4.   O que eles irão fazer?

1.   Serão chefes de mil, chefes de 500, chefes de 100, chefes de 50 e chefes de 10. – serão os líderes.

2.   Julgarão as causas pequenas.

3.   Trarão as grandes ao pastor. Eles conhecem sua capacidade e sabem seus limites de competência.

4.   Eles levarão a carga com o pastor.

Você se enquadra dentro deste perfil? Então qual é a sua resposta ao chamado do SENHOR? Qual o seu ministério? O que você pode fazer?

Se você não é um resolvedor de problemas, certamente você os causa.

Ore comigo:

Senhor JESUS, eu quero ter o teu discernimento, e quero saber qual o ministério que o SENHOR tem pra mim. SENHOR me enquadre dentro de teus padrões, eu preciso disso meu SENHOR. Eu preciso do que o SENHOR tem para mim. Amém!

 

Pr. Ronildo da Cruz Ribeiro

Estagiário da IDPB-AM

Manaus, AM 5 de dezembro de 2009.

 
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Publicado por em 5 de dezembro de 2009 em PREGAÇÕES

 

O DEUS CHAMADO “EU” – Pr. JOão Nunes Santana

O DEUS CHAMADO “EU’’

 

Mensagem do Pr. João Nunes Santana

Em 05 de julho de 2009

 

1.    Uma voz dentro de você – Descobrindo que existe um deus chamado “eu”. Nem todo “Eu” dentro de você é você. Mas é uma pessoa que fala dentro de nós e que muitas vezes nos controla.

 

2.    O deus chamado “eu” tem a última palavra e não tolera que ninguém vá contra ele – Ele está sempre certo; ele não erra e sim os outros; ele sabe tudo, é mais experiente, estudou mais, então não tolera que ninguém vá contra suas idéias, decisões, vontade. Quando manda quer ser obedecido, ele tem a última palavra. Todos têm que se submeter. O professor, o marido, a esposa, o líder, o pastor e até Jesus!

 

3.    O deus chamado “eu” quer toda a atenção para ele – Não gosta de dar relatório; tudo dele é melhor, mais bonito, superior aos outros; Ele não permite trabalhar em equipe por que quer a atenção de todos para ele; quer ser honrado, chamado á frente e quando tem que prestar relatórios mesmo que o resultado seja ruim, tende a escamotear.

 

4.    Você já observou o deus chamado eu agindo dentro de você? –Humilhando pessoas, quebrando limites, criticando os outros e só achando que você está certo? Costuma dizer: eu vou viver minha vida, a vida é minha, sou maior, faço o que quero, vou aonde eu quero, eu não obedeço a meu pai, vou obedecer a outra pessoa?

 

5.    Qual o resultado do deus “eu” na sua vida? – Tragédia, sofrimento, morte antes do tempo, perda da relação familiar, destruição da família, miséria, inveja, porfia, ódio, contenda, avareza, etc … etc.

 

6.    O que podemos fazer para mudar essa história?

Rm. 12:2 – Não conformar-se …. mas transformai-vos pela renovação da mente…

Tg. 4:8a – Chegai-vos a Deus…. e Ele se chegará a vós..

Tg. 4:10a – Humilhai-vos perante o Senhor e Ele vos exaltará….

Tg. 4:7a – Sujeitai-vos… pois a Deus ….

Rm. 12:2 – Para experimentar quão boa agradável e perfeita vontade de Deus…

 

7.    Exemplo de Jesus – Em forma de Deus não teve por usurpação ser igual a Deus.

a) Fp.2:8 – Humilhou-se a si mesmo- obediente até a morte.

b) Fp.2:7 – Esvaziou-se mesmo tomando forma de servo.

 

8.    Conclusão – Mt. 11:12b – O reino dos céus é tomado por esforço e os que se esforçam se apoderam dele.

 

Pr. João Nunes Santana

Presidente Estadual da IDPB-Amazonas

Pastor da IDPB-Manaus Moderna

Escritor e matemático pela Universidade do Amazonas – UFAM

johnnunes@hotmail.com

 

 
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Publicado por em 23 de outubro de 2009 em PREGAÇÕES